Instituto de Pesca
Home
Conheça o Instituto
 
Histórico | Principais Atrações | Aquário: Novo Projeto

PRINCIPAIS ATRAÇÕES

 

 

BAGRE AMERICANO

 Nome Científico: Ictalurus  punctatus

 Local de Origem:  Bacia do rio Mississipi - EUA

 Generalidades: Esta espécie constitui-se a base da piscicultura norte-americana.

 Foram desenvolvidas tecnologias de cultivo, processamento e venda, a

 chamada indústria do “catfish”, que permitiram oferecer ao consumidor americano

 um produto de boa qualidade, preço competitivo e em diferentes formas para

 preparo culinário. Vem sendo criado no Brasil como “peixe de inverno”,

 sendo uma alternativa para os pesque-pague.

 

 BLACK BASS

 Nome Científico: Micropterus salmoides

 Local de Origem: Região leste da América do Norte.

 Generalidades: Considerado o peixe de pesca esportiva mais importante nos EUA,

 onde foi amplamente introduzido nos rios e lagos. Para sua pescaria as iscas

 artificiais tipo “fly” são recomendadas. No Brasil adaptou-se em locais de clima

 mais frio, sendo encontrado em rios e represas dos estados de São Paulo, Paraná,

 Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por ser um carnívoro voraz tem sido utilizado

 no controle populacional de outras espécies de peixes. A espécie apresenta

 comportamento normal em temperaturas entre 6 e 280C. Desovam naturalmente

 em viveiros e lagos geralmente após o inverno.

 CARPA COLORIDA

 Nome Científico: Cyprinus carpio

 Local de Origem: Europa Oriental e Ásia

 Generalidades: São peixes coloridos e qualificados sob certos padrões de cores.

 Existem atualmente de 13 a 17 variedades para efeito de julgamento em concursos.

 São originários do Japão, onde surgiram animais de coloração diferente que através

 de mutações, foram selecionados e acasalados

 CARPA COMUM

 Nome científico: Cyprinus Carpio

 Local de Origem: Europa Oriental e Ásia

 Generalidades: É o peixe mais cultivado no mundo. Possui diversas

 variedades como a carpa escama, espelho e húngara. São encontrados

 exemplares coloridos, os “nishikigois”, obtidos do cruzamento de várias espécies

 e que são amplamente difundidos entre japoneses. Sua criação é relativamente

 simples, desde que encontre um ambiente apropriado. Costuma desovar

 naturalmente em tanques e açudes, em raízes de árvores ou de plantas aquáticas.

 Possui o hábito de mexer muito no fundo tornando, em condições de

 cultivo comercial, a água barrenta.

 CASCUDO

 Nome Científico: Hypostomus sp

 Local de Origem: Bacia do Rio Mogi Guaçu - SP

 Generalidades: Existem muitas espécies encontradas em quase todos

 os rios do Brasil. Possuem o corpo revestido por placas ósseas. Não caem em anzol.

 Devido ao seu hábito alimentar de raspar o fundo tem sido utilizado em

 aquários como “limpa vidro”. Sua carne branca é muito saborosa e apreciada,

 pode ser preparada na brasa apenas retirando-se a barrigada do peixe

 e temperando-se com sal e limão.

 CURIMBATÁ

 Nome Científico: Prochilodus lineatus

 Local de Origem: Bacia dos rios Paraná e Paraíba.

 Generalidades: É uma das espécies de maior freqüência na Bacia superior

 do rio Paraná. Apesar da carne apresentar sabor não muito delicado é

 considerado como um dos peixes de maior importância econômica na pesca interior.

 É o peixe de água doce mais comercializado na CEAGESP de São Paulo.

 A espécie também é utilizada na piscicultura.

 DOURADO

 Nome Científico: Salminus brasiliensis

 Local de Origem: Bacia do prata

 Generalidades: É um predador compulsivo, valente e saltador conhecido

 como “o rei dos rios”. É o maior peixe de escama da Bacia do Prata, podendo

 alcançar 25,0 kg de peso e pouco mais de 1,0 metro de comprimento.

 A sua pesca é altamente esportiva. São peixes que nadam em cardumes, nas

 águas rápidas dos rios e seus afluentes. Atualmente obtêm-se alevinos  de

 dourado através da reprodução induzida e seu cultivo comercial vem sendo estudado.

 

 LAMBARI

 Nome científico: Astyanax sp

 Local de origem: América do Sul, Central e México

 Generalidades: Conhecidos como lambaris no Estado de São Paulo e como

 piabas no centro, norte e nordeste do Brasil, é um grupo de peixes muito

 diversificado e amplamente distribuído. Tem bom valor comercial quando

 produzidos como espécie utilizada diretamente para consumo humano e/ou

 como forrageira à alimentação de peixes carnívoros. São importantes na pesca

 esportiva por servirem como isca para peixes carnívoros.

 O tradicional “lambari fritinho com cerveja” é muito apreciado e saboroso

 MANDI

 Nome Científico: Pimelodus sp

 Local de Origem: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins, São Francisco,

 do Prata, Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil.

 Generalidades: Peixe de couro de água doce. Possui três ferrões serrilhados,

 sendo um no dorso e dois nos flancos. Os ferrões são cobertos por substâncias

 tóxicas que provocam muita dor após a ferroada.

 Existem diversos tipos: mandi-bandeira, mandi-chorão, mandi-guaçu, mandi-pintado,

 mandi-amarelo e outros. Alimenta-se principalmente de insetos, além de animais

 microscópicos, peixes e vegetais. Algumas espécies atingem até 46 cm de

 comprimento e 1,1 kg. É a terceira espécie de peixe de água doce mais

 capturada em São Paulo.

 MATRINXÃ OU MATRINCHÃ

 Nome Científico: Brycon cephalus

 Local de Origem: Bacia Amazônica

 Generalidades: Esta espécie apresenta muito canibalismo na fase inicial.

 As larvas são vorazes e possuem uma boca bem desenvolvida logo após seu nascimento.

 Os jovens e adultos aceitam bem as rações comerciais. São de rápido crescimento,

 atingindo peso comercial com 7 a 8 meses de cultivo. É uma espécie altamente

 esportiva e de boa aceitação nos pesqueiros. É considerado um dos peixes

 mais saborosos da Bacia Amazônica.

 PACU

 Nome Científico: Piaractus mesopotamicus

 Local de Origem: Bacia do Prata – Pantanal

 Generalidades: É um dos peixes mais pescados no Brasil. Dependendo da

 época do ano e da qualidade da água, apresenta hábitos alimentares que

 vão do canibalismo ao consumo de frutas. Possui boa produtividade e

 aceitação na piscicultura. Cultivado de maneira adequada e em clima

 favorável, pode produzir de 7 a 10 toneladas por hectare.

 PEIXES ORNAMENTAIS

 Nome Científico: Diversas espécies

 Local de Origem: Principalmente regiões de climas tropical e sub-tropical

 Generalidades: São peixes com coloração e formas vistosas de fácil adaptação

 em aquários. Podem ser considerados terapêuticos (aquários bem montados são tranqüilizantes),

 e importantes para despertar o interesse pelos seres vivos e a natureza.

 Os peixes ornamentais possuem relação de amizade e afetividade com o homem,

 transformando-os em verdadeiros “amigos” ou “companheiros”.

 PIAPARA

 Nome científico: Leporinus elongatus

 Local de Origem: Bacias do Prata e do São Francisco.

 Generalidades: Peixe de escama muito apreciado na pesca artesanal.

 Coloração prateada, nadadeiras amareladas e três manchas pretas nas laterais.

 Atinge 80 cm de comprimento e 6 kg de peso. Alimenta-se de vegetais, insetos e larvas.

 São pescadas principalmente na primavera e verão. Sua carne é bastante saborosa.

PIAVA DE TRÊS PINTAS

 Nome científico: Leporinus friderici

 Local de origem: Todo território brasileiro

 Generalidades: Espécie fluvial que atinge pouco mais de 40 cm de comprimento

 e 1,3 kg de peso. São peixes de boca pequena, mas provida de dentes fortes,

 capazes de arrebentar anzóis mais fracos. A coloração é prateada com dorso

 azulado. São peixes indóceis que costumam nadar mais de 9 km por dia, atrás

 de seus alimentos prediletos (vegetais, larvas de insetos e pequenos peixes).

 São pescados principalmente na primavera e no verão.

PIRACANJUBA

 Nome Científico: Brycon orbignyanus

 Local de Origem: Bacia dos Rios Paraná - Uruguai

 Generalidades: Nome de origem indígena que significa peixe de cabeça amarela.

 É uma espécie muito sensível à degradação ambiental e tem despertado

 grande interesse para a pesca comercial e esportiva. Atualmente os estoques

 naturais desta espécie encontram-se muito reduzidos.

 

PIRAPUTANGA

 Nome Científico: Brycon hilarii

 

 Local de Origem: Bacia do Prata

 

 Generalidades: É um peixe importante na pesca comercial e esportiva.

 

 Pode atingir até 7,0 kg de peso. Alimenta-se de pequenos peixes, insetos,

 

 frutos e sementes. Os pescadores costumam dizer que, para localizar um

 

 cardume de Piraputangas basta encontrar uma árvore com frutos na beira do rio.

 

PIRARUCU

 Nome Científico: Arapaima gigas

 Local de Origem: Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins

 Generalidades: O Pirarucu pode vir a ser uma espécie importante para a

 piscicultura, pois além da carne saborosa possui um crescimento muito rápido.

 Este exemplar atingiu 8 quilos em 11 meses de criação.

 Esta espécie está ameaçada de extinção. Este exemplar é oriundo de

 criação em cativeiro na região de Belém (PA) e cresceu no Sítio Centenário

 no Município de Cerquilho (SP), em um projeto de parceria com o Instituto de Pesca

.Possui respiração aérea e, na natureza, alimenta-se de outros peixes.

 Na criação comercial é treinado a consumir ração extrusada.

 

SURUBIM PINTADO

 Nome Científico: Pseudoplatystoma corruscans

 Local de Origem: Bacia dos rios São Francisco, Prata e Paraguai

 Generalidades: “Princesa” um pintado fêmea de aproximadamente 25 kg,

 representante de uma das maiores espécies de peixes fluviais. Pode atingir

 até 1,50 m de comprimento e 70 kg de peso. Apresenta hábito noturno,

 quando sai para caçar outros peixes. Tem preferência pelas águas calmas

 do fundo dos rios e lagoas marginais. A carne é bem aceita pela população

 devido à ausência de espinhos. Os pratos tradicionais “pintado na brasa”

 e “peixada de pintado” são deliciosos e muito procurados.

 Atualmente vem sendo introduzido com sucesso na piscicultura.

 

SURUBIM CACHARA

 Nome Científico: Pseudoplatystoma fasciatum

 Local de Origem: Bacias do Prata, Amazônica, Araguaia e Tocantins

 Generalidades: Peixe de couro, muito apreciado na pesca profissional.

 Cabeça grande e achatada. Coloração cinzenta no dorso, com feixes

 verticais e pintas pretas. O ventre é esbranquiçado.

 Peixe piscívoro (alimenta-se de outros peixes).  Atinge até 1 metro de

 comprimento e 25 kg de peso. Recentemente graças ao  desenvolvimento

 de técnicas de condicionamento alimentar, onde o peixe aprende  a comer

 ração comercial, esta espécie vem sendo utilizada na piscicultura.

 

TAMBAQUI

 Nome Científico: Colossoma macropomum

 Local de Origem: América do Sul – Bacia do Rio Amazonas

 Generalidades: É o segundo maior peixe de escamas no Brasil (o primeiro é o pirarucu),

 podendo atingir até 55 kg. No ambiente natural alimenta-se de frutos, folhas

 e caules. Esta espécie apresenta bom desempenho em cultivo, principalmente

 em regiões de clima quente. O cruzamento do macho do Pacu com a fêmea

 do Tambaqui produz o Tambacu, um híbrido interessante para o cultivo.

 

TILÁPIA VERMELHA

 Nome Científico: Híbrido de Oreochromis sp

 Local de Origem: Estados Unidos

 Generalidades: Estes peixes foram obtidos a partir de diferentes cruzamentos de

 espécies e/ou linhagens de tilápias. Sua coloração avermelhada e a qualidade da

 carne conferiram a este híbrido, melhor valor comercial.

 São amplamente utilizados na cozinha oriental.

 

 TRAÍRA

 Nome Científico: Hoplias malabaricus

 Local de Origem: Bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins, São Francisco,

 do Prata, Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil.

 Generalidades: Peixe de escama, predador voraz, carne saborosa e de cor

 que varia do marrom ao preto manchado de cinza. Atinge até 60 cm  de

 comprimento e 3 kg de peso. Desova no fundo dos rios e protege os filhotes.

 A carne é saborosa, mas apresenta muitos espinhos.

 Muito apreciado na pesca esportiva.

 
INSTITUTO DE PESCA
Atendimento a usuários
Telefones: (011) 3871-7530 e 3871-7588; fax: (011) 3871-7533
E-mail:
Equipe Web