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Convidados da Aquishow puderam conhecer as obras dos novos laboratórios do IP-APTA

O Centro Avançado do Pescado Continental do Instituto de Pesca (IP- APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, está concluindo as obras do seu novo Laboratório de Desenvolvimento de Alimentos para Organismos Aquáticos. Convidados da Aquishow Brasil puderam conhecer de perto o que serão as novas instalações desse projeto.

O laboratório se destina à avaliação de aditivos nutricionais e também será usado para a pesquisa de vacinas para tilápias contra a bactéria Streptococcus.

O projeto é uma parceria do IP-APTA com a participação da FAPESP por meio do programa PIPE (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas) e também com empresas privadas.

Segundo o pesquisador do IP-APTA, Giovani Sampaio Gonçalves, responsável pelo Laboratório de Nutrição e Formulação de Ração, o novo local fará estudos de aditivos nutricionais e vacinas, visando à melhoria da saúde daqueles organismos aquáticos.

“A fábrica de ração também será reestruturada com novos equipamentos. A área será triplicada e atenderá mais projetos de pesquisa e de prestação de serviços para a iniciativa privada, envolvendo processos de fabricação de rações”, explicou Gonçalves.

Esse laboratório tem feito um trabalho muito importante para o Estado de São Paulo e outras unidades da federação. Ele vai ser também transferido para as novas dependências. Ele dispõe de um sistema de recirculação de água, que, reaproveitando-a, ajuda no processo de sustentabilidade. A atual estrutura conta com 48 caixas de 310 litros cada para os experimentos.

Na área de nutrição de peixes o laboratório avalia os ingredientes e aditivos para uso em rações de peixes e camarões. Faz também avaliações de exigência nutricional desses organismos aquáticos.

Hoje, o foco tem sido nas experiências com a tilápia, mas também essas instalações podem ser usadas para outras espécies. Há, por exemplo, estudos com a nutrição de peixes ornamentais. “Temos ainda um sistema para avaliação de digestabilidade e de ingredientes de rações para peixes", concluiu Gonçalves.

Por Paulo Sérgio Pires


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